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Festas mais espontâneas, flexíveis, com músicas que vão de rock ao funk (em ritmo de marchinha), sem ter que gastar com a compra de ingressos ou abadás e ainda com a liberdade de entrar e sair a hora que quiser. Esses são alguns dos componentes que vêm atraindo foliões aos blocos de rua, cada vez mais populares nas cidades brasileiras.

 

Em São Paulo, é possível escolher entre os 400 blocos previstos para este Carnaval. Já no Rio de Janeiro, são mais de 500, entre os mais variados estilos, públicos e gostos musicais. O paulistano Tô de Bowie, por exemplo, é voltado aos apaixonados do músico inglês David Bowie, falecido recentemente. Já o carioca Sargento Pimenta, que também conta com uma versão em São Paulo, toca os clássicos dos Beatles, sempre entoados ao ritmo das tradicionais marchinhas. Mas há também os blocos tradicionais, com as clássicas canções carnavalescas, e também os infantis, em que é possível brincar a vontade com toda a família.

 

A analista de mídias sociais Silvia Postiglioni, 28 anos, fez um roteiro neste ano com os blocos que vai participar. “Gosto dos bloquinhos, pois têm o caráter informal, além de serem flexíveis: dá pra começar a folia em um bloco e terminar o dia em outro. O clima é bastante agradável, vai do jeito que quiser. Em Salvador, a impressão é que as pessoas participam em clima de ‘pegação’, mas nos blocos a galera vai para se divertir, brincar, se fantasiar e dançar”, explica.

 

Júlia Carmona, 38, coordenadora de conteúdo, nunca foi fã de pular carnaval em salão ou na avenida, mas, com a volta dos blocos de rua, passou a frequentá-los. “Vou pelo clima, pelos amigos, porém, faço uma boa curadoria, pois prefiro os menos populares, em bairros mais calmos. Não gosto dos blocos muito agitados, pois lembram os trios elétricos da Bahia, com muita gente”, diz.

 

Dicas para curtir os blocos em segurança

 

 

Hora de ir embora

Uma portaria publicada recentemente no Diário Oficial de São Paulo determinou que a dispersão dos blocos de rua na região de Pinheiros deva ocorrer até as 20h. No horário, o som dos blocos que desfilam em bairros como Vila Madalena deva ser desligado. No ano passado, a dispersão ocorria até as 22h. Não serão permitidos, na região, desfiles de blocos com mais de 20 mil pessoas. Deve ser evitada, também, a passagem dos blocos pelas áreas estritamente residenciais.

1 comentário nessa matéria

  • ANA PAULA RAMOS ROTA

    ANA PAULA RAMOS ROTA

    Bom demais!!

    Responder - 05 de fevereiro às 18:24