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Brigas e discussões são inevitáveis. O importante é saber resolver os problemas com maturidade e respeito

Sua família vive discutindo e você fica triste, pois imagina que na casa de outras pessoas esses conflitos nunca acontecem? Muito difícil! “A família consiste na convivência íntima com pessoas de idades, hábitos e personalidades diferentes”, diz a terapeuta familiar Suzy Camacho. Em outras palavras: um campo propício para inevitáveis atritos. No entanto, viver em um clima de harmonia e respeito é possível.
 

“O relacionamento entre nora e sogra ainda é a principal causa dos desentendimentos”, conta Suzy. Isso acontece porque as duas mulheres costumam disputar a atenção do mesmo homem. “E, para piorar, as mulheres falam demais. Assim, acabam dizendo o que não deveriam e agravam o problema”, explica. A saída para uma convivência pacífica é evitar as situações de conflito e, se necessário, ter uma conversa sincera.


Mas as dificuldades nas relações entre os parentes não param por aí. Desentendimentos entre irmãos, cunhados, pais e filhos são comuns e, muitas vezes, se transformam em verdadeiras brigas. “É essencial que apenas as pessoas envolvidas no problema participem da discussão”, avisa Suzy. Para ela, uma das principais causas dos atritos em família é o envolvimento dos demais familiares, que tomam partido e, assim, tornam ainda mais grave a situação. Por isso, se você está aborrecido com seu cunhado – ou outro parente -, tenha uma conversa clara e franca. “Porém, não envolva outras pessoas em um problema que é só seu. E evite discutir, principalmente na frente das crianças. Esse é um erro que pode deixá-las tristes e inseguras”, alerta Suzy.


Em todos os lares, há momentos de irritação e discordância. O que faz toda a diferença é a forma com que os familiares agem diante dessas crises. Para que a harmonia e a compreensão superem as brigas, siga as dicas a seguir:
 


1 - Jamais discuta com a cabeça quente: conte até dez, respire fundo e só converse quando estiver calmo.

2 - Demonstre afeto: aprenda a expressar os sentimentos sem sentir vergonha deles.

3 - Perdoe: quem desculpa deixa de cultivar ressentimentos e fica livre para recomeçar a vida.

4 - Peça perdão: existe maior sinal de humildade do que admitir que você cometeu um erro? Conviver com outros também implica reconhecer seus próprios deslizes.

5 - Respeite os parentes do marido: dar-se bem com sogros e cunhados ajuda a manter o casamento forte e saudável, ainda que isso envolva engolir alguns “sapos” de vez em quando.

6 - Elogie: ao começar uma conversa, reconheça as qualidades da outra pessoa. “Essa atitude desarma, transformando-a em aliada”, explica a terapeuta.

7 - Evite comentar seus problemas familiares com outras pessoas: “Se precisar desabafar, fale com alguém de confiança, que dê bons conselhos”, orienta Suzy.

8 - Cuidado com o que fala: lembre-se de que as palavras podem magoar profundamente.

9 - Estabeleça limites: a convivência familiar é difícil porque todos pensam ter liberdade suficiente para interferir na vida do outro. Mostre que você preza a intimidade.

10 - Aprenda a conversar: muitos conflitos entre parentes podem ser facilmente resolvidos com o diálogo.

5 comentários nessa matéria

  • ANA PAULA RAMOS ROTA

    ANA PAULA RAMOS ROTA

    Nossa adorei ter lido a matéria!! :)

    Responder - 22 de março às 16:09
  • JANAINA MARIANO

    JANAINA MARIANO

    Áprender a conversar e ouvir é uma arte!

    Responder - 05 de fevereiro às 00:44
  • ANDRÉA  PEPPE

    ANDRÉA PEPPE

    Tentarei clocar em prática .

    Responder - 16 de dezembro às 01:19
  • SONIA FERNANDES

    SONIA FERNANDES

    Adorei a matéria !!!

    Responder - 09 de dezembro às 10:50
  • ZILDA CARMEN SPERA QUEIROZ

    ZILDA CARMEN SPERA QUEIROZ

    falta aos jovens de hoje exatamente isso, calma para discutir um problema.

    Responder - 30 de novembro às 21:04