Portal Vital

630 Matérias - 349 Likes - 1811 Comentários RSS

Ruas pintadas, bandeiras nos carros e cornetas a todo vapor. O clima de Copa do Mundo é mesmo contagiante. Em campo, a maior festa do futebol apresenta 32 seleções e os melhores jogadores do mundo. Fora dele, bilhões de pessoas acompanham cada detalhe pessoalmente, pelo rádio ou pela TV. É na frente da telinha que amigos e parentes reúnem-se para comemorar, de quatro em quatro anos, os gols de sua equipe favorita.

 

O futebol faz o mundo esquecer suas diferenças. No gramado, nas ruas e nas arquibancadas é possível ver, lado a lado, ricos e pobres, adeptos de religiões diversas e até representantes de países em conflito. Em 1998, no Mundial da França, por exemplo, jogadores de Estados Unidos e Irã trocaram flores antes da partida. O time persa derrotou os norte-americanos por 2 a 1. Mas, sem dúvida, a grande vencedora do “confronto” foi a mensagem de paz.

 

Coube à África do Sul o privilégio de sediar a edição deste ano da Copa, a primeira no continente africano. Mas a tarefa não foi fácil. Ao contrário de outros países mais desenvolvidos que já serviram de palco para o torneio, como Alemanha (2006), Japão e Coreia do Sul (2002) e França (1998), os investimentos deram um gigantesco salto de qualidade na infraestrutura e nos estádios. O governo local garante que o legado do torneio já pode ser visto: melhores aeroportos, hoteis, sistemas de telecomunicação e segurança.

 

Quem vê gente de todas as raças unida pelo clima do futebol na África e pelos “Bafana Bafana” (“Os garotos”) – como são conhecidos os jogadores da seleção local –, pode até esquecer que foi só há 20 anos que caiu o Apartheid, regime de segregação racial que perdurava desde a década de 1940.

 

Válvula de escape para a dura realidade em territórios mais pobres, esse esporte simples, de 17 regras gerais e que precisa de apenas uma bola para ser disputado, é mesmo apaixonante. Para nós, brasileiros, os objetivos vão além da exposição de uma nova faceta ao mundo: está em jogo o sexto título mundial – já levantamos a taça em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002 – e somos os maiores vencedores da história.

 

Em segundo lugar, a Itália conquistou quatro mundiais. Ao técnico Dunga cabe a responsabilidade de liderar os 23 jogadores convocados para defender a nossa seleção, com o objetivo maior de reforçar a supremacia do futebol brasileiro no exterior. A nós, resta torcer muito para que o Brasil consiga mais um título, especialmente porque daqui a quatro anos, a Copa do Mundo acontecerá em terras brasileiras. E você, o que tem achado da Copa e da participação do Brasil, nesses dois últimos jogos?
 

2 comentários nessa matéria

  • ANA PAULA RAMOS ROTA

    ANA PAULA RAMOS ROTA

    Como é gostoso reler as matéria do Portal!!! Adoro!!!!!

    Responder - 27 de junho às 15:33
  • KELIN DA SILVA

    KELIN DA SILVA

    Confesso que sou um pouco pessimista, melhor dizendo medrosa. Mas acho que estamos indo bem e se depender da minha torcida o Hexa já é nosso. Vamos lá Brasillll!

    Responder - 27 de junho às 17:13