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Nesta semana, estreia a regravação da novela Gabriela, uma adaptação da famosa obra do escritor baiano Jorge Amado, que gira em torno dos costumes e comportamentos típicos de pessoas desta região do Brasil. Os brasileiros voltarão a cantarolar sua música tema, na voz de Gal Costa: “Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim. Gabriela, sempre Gabriela...”.

 

Essa letra retrata o estilo de vida de Gabriela, uma mulher atraente que com o seu poder de sedução deixava todos a seus pés. A personagem não moldou o seu jeito rude, ou natural de ser aos costumes e regras comportamentais da sociedade da época e muitos menos se preocupava com a opinião alheia a seu respeito. Este tipo de comportamento tem sido classificado como Síndrome de Gabriela. E quem segue esta maneira de ser costuma agir exatamente como diz a música, ou seja, acreditam que não precisam mudar nunca, seja qual for a situação em que se encontrem.

 

Por um lado, esse comportamento pode significar que a pessoa tem personalidade e autoestima fortalecidas, o que é muito positivo. Afinal, quem acredita nos próprios valores e crenças, assim como a Gabriela da novela, não necessita da aprovação das outras pessoas. “Elas se comportam de acordo com suas convicções, sem precisar mudar para atender a vontade dos demais”, conta a psicóloga Suzy Camacho.

 

Por outro lado, aqueles que acreditam no pensamento “Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim...” podem se acomodar diante da rotina. Fazem sempre o mesmo caminho para o trabalho, usam o mesmo batom e perfume, nunca arriscam um novo restaurante... Até quando infelizes, não pensam em mudar de emprego ou de namorado! “Quem se enquadra na Síndrome de Gabriela prefere ficar na sua zona de conforto, acha que as mudanças podem lhe trazer problemas e não confia na sua capacidade de lidar com o novo, o desconhecido”, explica Suzy.

 

E aí, por acaso você se identificou com alguma destas características? Dê a volta por cima! “Invista na sua autoestima e procure sentir-se seguro. Quando estiver mais confiante, faça pequenas mudanças, aos poucos. Arrisque-se em questões que, se não derem certo, não terão consequências graves, como por exemplo, mudar o corte de cabelo, aprender um novo hobby, conhecer outras pessoas. Quando perceber que essas transformações lhe trazem alegria, você seguirá para mudanças mais importantes”, ensina a psicóloga.

 

Imagem de divulgação da editora Companhia das Letras

8 comentários nessa matéria

  • ISRAELITA RODRIGUES

    ISRAELITA RODRIGUES

    Essas características dessa síndrome,deixa a pessoa sempre insegura.As sugestões da psicóloga Suzy,ajuda na autoestima.

    Responder - 25 de novembro às 12:08
  • SANDRA  MARIA APARECIDA NERI SANTOS

    SANDRA MARIA APARECIDA NERI SANTOS

    muito boa a materia

    Responder - 19 de agosto às 03:42
  • TAINÃ LOPES DE SOUZA

    TAINÃ LOPES DE SOUZA

    Muito boa essa matéria, acho que me identifiquei muito, as vezes tenho essa síndrome de Gabriela sim, e o maior de tudo é o medo de muda rsrsrs

    Responder - 03 de agosto às 22:18
  • FERNANDA PAZ FERNANDES

    FERNANDA PAZ FERNANDES

    Adorei,parabéns!

    Responder - 29 de junho às 18:15
  • MARIA ELAINE CARDOSO

    MARIA ELAINE CARDOSO

    É bom renovar e não ficar na mesmiçe.

    Responder - 24 de junho às 22:27
  • CRISTIANE ALMEIDA

    CRISTIANE ALMEIDA

    Ótima dica!!!!!!!!!

    Responder - 20 de junho às 03:27
  • ANA PAULA RAMOS ROTA

    ANA PAULA RAMOS ROTA

    Nossa que legal!! :)

    Responder - 19 de junho às 03:17
  • FABIANA I MORAES BORTOTI

    FABIANA I MORAES BORTOTI

    Ótima matéria!!!Parabéns Vital :)

    Responder - 18 de junho às 22:28