Como escolher a babá certa
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Que mãe não se sente insegura quando chega o momento de voltar ao trabalho e deixar os filhos com outra pessoa? Aquelas que não têm ninguém da família que possa cuidar deles - sobretudo quando pequenos - geralmente recorrem a uma babá. No entanto, como achar a profissional ideal?
Veja as dicas das psicólogas Daniela Levy, especialista em comportamento infantil, e Ângela Clara Corrêa, diretora-técnica e coordenadora do curso de babás da Unire Desenvolvimento Humano, e adote-as na hora de fazer sua escolha:
• Recomendação é fundamental. As melhores fontes são parentes, amigos e vizinhos.
• Olhe a carteira de trabalho para verificar o tempo de experiência da babá e se ela ficou pouco tempo em cada serviço – o que não costuma ser bom sinal.
• Pegue endereço e telefone das casas em que a profissional trabalhou e contate os ex-patrões. Más profissionais costumam fornecer referências falsas. Para se precaver, peça não só o telefone fixo, mas também o endereço dos locais em que ela cuidava de crianças. Veja, no site da empresa de telefonia, se o endereço e o telefone conferem. Evite obter referências apenas por celular.
• Para conferir se a referência é verdadeira, apresente algumas situações falsas ao antigo patrão ou à antiga patroa e veja como reagem. Por exemplo: se a babá disse que a dona da casa era advogada, você pode falar algo como: “A senhora é engenheira, né? Ela me contou”. Se a ex-patroa corrigir, é um sinal de que a referência deve ser verdadeira.
• Babás que têm filhos geralmente são experientes. Mas se o filho dela for pequeno, pergunte se tem com quem deixá-lo. Caso fique em escolinha, cheque quem o busca e quem o leva, e se a profissional precisará faltar quando houver imprevistos com o transporte da criança.
• Atestado de antecedência criminal é sempre uma informação a mais. Porém, não se fie tanto neles: é raro os pais registrarem boletim de ocorrência contra uma babá.
• A entrevista é uma oportunidade para analisar a empatia e a higiene – veja se as unhas e as roupas estão limpas.
• Depois de escolher a babá, os pais devem acompanhar o trabalho e definir uma rotina – com horários de mamada, de dormir e do banho, por exemplo. A adaptação leva, em média, um mês.
• Se a criança demonstra mais irritabilidade e nervosismo, sinal de alerta. Converse com a profissional para ver o que está ocorrendo. Se o problema persistir, tente acompanhar o trabalho dela pelo menos um dia, ou chegue em casa em horários diferentes, para flagrar eventuais problemas.
De qualquer modo, o mais importante, destacam as psicólogas, é que a criança vá demonstrando cada vez mais afeto com a nova profissional. “Por mais que a mãe sinta ciúmes, o bom é quando a criança não desgruda da babá – gosta de brincar com ela, dorme no colo dela...”, conclui Ângela.





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SIMONE ANDREA VIEIRA JARDIM
Sei lá eu nao teria coragem de deixar meus filhos na mão de estranhos, a gente vê cada materia que passa na tv que é de arrepiar, coisas que podem deixar marcas pro resto da vida da criança, só confio na minha mãe!!
VANI CRISTINA CARDOSO
Dicas perfeitas que mesmo sendo seguidas com o rigor que merece,é muito dificil colocar uma pessoa que cuide de nossos filhos.Mesmo com recomendações as vezes existe grandes erros nas escolhas.. como as psicologas Ãngela e Daniela ,acredito que é a criança que mostra como esta sendo cuidada...
ELIANE DE CASSIA GALVANO UCZINSHI
O cuidado com nossos filhos exige toda a segurança. Obrigada Vital pelas dicas!
ANA PAULA RAMOS ROTA
Escolher a babá, nos dias de hoje está cada vez mais difícil. Confiança é um dos requisitos mais importantes. Adorei as dicas das psicólogas Daniela Levy, especialista em comportamento infantil, e Ângela Clara Corrêa, diretora-técnica e coordenadora do curso de babás da Unire Desenvolvimento Humano, são muito importantes!! Portal Vital, sempre nos deixando atualizadas!! Parabéns!!