Concurso incentiva aprendizado com brincadeiras
Além de ser uma experiência prazerosa, aprendizado rende prêmios de OMO às escolas
O ensino pode ser uma experiência prazerosa para a criança. Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do prêmio Pelo Direito de Ser Criança, promovido por OMO. O concurso incentiva o aprendizado aliado à brincadeira em escolas públicas e privadas do nível infantil (para crianças até 5 anos), e nas primeiras séries do ensino fundamental (a partir dos 6 anos).
Para participar, os interessados devem se inscrever no site. Com as inscrições prorrogadas, o responsável pela escola deverá cadastrar a instituição e preencher um questionário online até o dia 3 de dezembro.
Este ano, o projeto traz algumas novidades. A principal delas é a ampliação de sua abrangência, que passou a ser nacional. “Observamos um crescimento da importância do prêmio nos dois primeiros anos e recebemos um grande número de solicitações de fora de São Paulo. Por esses motivos, resolvemos aceitar participações de todo o Brasil”, afirma Aline Preto, responsável pelo projeto na Unilever. De 2008 para 2009, a quantidade de inscrições saltou de 477 para 1.750. Em 2010, a expectativa é de um aumento de 260%.
Outra diferença é a divisão das participantes em duas categorias. As instituições infantis irão concorrer ao “Selo Aqui se Brinca”, enquanto as de ensino fundamental nível I disputarão o “Selo Aqui Se Aprende pela Experiência”. As três vencedoras em cada segmento terão, além dos respectivos certificados, um parquinho de diversões feito com materiais sustentáveis. Já aquelas que ficarem entre a 4ª e a 18ª posições receberão os títulos de espaços com “Boas Práticas do Brincar” e “Boas Práticas do Aprendizado pela Experiência”, além de ganharem uma gangorra.
Brincar e aprender
Para Sandra Antonizi, educadora da Centro Social Marista do bairro paulistano de Itaquera, um dos cinco vencedores de 2009, o reconhecimento foi um incentivo para continuar investindo no seu modelo de ensino. “As crianças gostaram muito do parque que recebemos, mas o principal ganho que tivemos foi com as famílias. Muitos pais mudaram o seu modo de estar com a criança por entender que brincar é uma forma criativa de aprender.”
A edição deste ano do programa avaliará as escolas em cinco critérios. O primeiro, “Direito de aprender através de brinquedos não estruturados”, diz respeito ao espaço e tempo destinados ao brincar e à utilização de objetos como pneus, caixas e tecidos para o lazer. Já o “Direito de viver o mundo através da experiência” valoriza práticas que coloquem a criança como sujeito de seu aprendizado, enquanto o “Direito de estar em contato com a natureza” privilegia as instituições que promovam atividades com este fim.
O estímulo a atitudes ambientalmente sustentáveis e socialmente inclusivas compõe o quarto critério, denominado “Direito de experimentar o cuidado com o planeta e com a sociedade”. Finalmente, o “Direito de vivenciar a cultura local”, criado na edição deste ano, valoriza as escolas que incorporam elementos regionais, como música e dança típicas.
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