Colesterol: alternativas para se tratar
Quando você procura uma vida saudável pode até abrir mão do remédio, desde que seu médico permita
O colesterol alto sempre esteve presente na vida da bancária aposentada Alzira Vieira de Souza, de 52 anos. Seu pai faleceu por causa de um derrame cerebral, e colesterol ou pressão alta fazem parte da vida de vários parentes. Quando ela descobriu que tinha níveis elevados de "colesterol ruim" (LDL), já praticava exercícios físicos e tinha uma boa dieta. Por isso, apenas cortar frituras e carnes gordurosas do cardápio não funcionou, e ela teve de recorrer ao remédio.
Apesar de o colesterol alto hereditário ser mais difícil de controlar sem remédios, Alzira quer fugir à regra. Há sete anos, ela tem de se medicar. Agora, quer se livrar do medicamento. Há cerca de um ano, o médico de Alzira resolveu fazer um teste e cortar o remédio do tratamento.
“Foi uma insistência minha”, conta. Seis meses depois, a ex-bancária fez um novo exame, que mostrou uma taxa aceitável de colesterol. Se no próximo diagnóstico a situação continuar assim, poderá cortar o medicamento de vez.
Assim como ela, muitas pessoas estão tentando mudar o estilo de vida para conseguir, de vez, controlar sua condição sem o uso de qualquer componente químico. Segundo especialistas, essa é uma mudança que só tende a agregar qualitativamente em toda a saúde das pessoas, sejam as que sofrem de colesterol alto ou apenas querem se prevenir.





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