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Leia o rótulo antes de saber o que pode consumir para manter sua qualidade de vida

Creme de leite com baixo teor de gordura, macarrão sem glúten, refrigerante com dosagem reduzida de sódio, pão integral e leite com 90% menos lactose do que o convencional. Esses são alguns dos exemplos de alimentos diets e lights. Eles espalharam-se pelas prateleiras dos supermercados para atender a diabéticos, obesos, hipertensos e consumidores que, por opção, desejam manter uma boa saúde. No entanto, há algumas décadas não era tão simples adquirir tais produtos, conforme explica a especialista em nutrição clínica Karine Rabaioli, do Rio Grande do Sul.

 

“O mercado brasileiro de alimentos dietéticos evoluiu a partir de 1980, acompanhando uma tendência internacional, e criou uma verdadeira onda diet. Antes, eles eram encontrados apenas em lojas especializadas, farmácias ou em alguma prateleira de uma rara seção de dietéticos em supermercados”, comenta a profissional.

 

Eloise Barros, gerente de uma loja especializada em alimentos diets e lights, explica que a preocupação com a saúde na alimentação aumentou muito nos últimos anos. “Nossos clientes nos procuram em geral por orientação médica, principalmente, quem sofre de diabetes.”

 

Escolha certa

 

Karine explica que o ritmo acelerado do cotidiano é um dos motivos que proporcionaram essa expansão. “Hoje, o público não tem tempo para se dedicar às refeições, mesmo as que são feitas em casa. Então, as pessoas optam por alimentos saudáveis e de baixas calorias, devido à praticidade do dia a dia”, comenta.

 

Porém, tamanha variedade de opções acaba confundindo o consumidor, que muitas vezes não sabe qual produto é o mais indicado para suas necessidades. “As pessoas muitas vezes procuram por alimentos diets e lights, mas não sabem ao certo o que essa denominação quer dizer. Por isso, os portadores de enfermidades  devem ler os rótulos, observando a lista de ingredientes e as informações nutricionais”, ressalta a nutricionista.

 

Assim, ela orienta os diabéticos a evitarem alimentos com açúcar em sua composição. Quem possui colesterol alto tem de basear sua escolha na quantidade de gorduras totais, saturadas e trans. O portador de doença celíaca – que é uma intolerância ao glúten –, por sua vez, precisa consumir alimentos que não levem em sua composição trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados. Aqueles que controlam o nível de triglicerídios devem estar atentos tanto à presença de açúcar quanto à de gordura. E, finalmente, quem sofre com pressão alta precisa buscar baixos teores de sódio.

 

Uma boa opção para quem tem restrições na alimentação são os caldos da linha Vitalie da Knorr, que trazem 40% menos gordura em sua composição e são salgados na medida certa.

 

Saiba a diferença entre alimentos light e diet para escolher o melhor para você

 

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